quinta-feira, 30 de abril de 2009

Os Sete Cabritinhos

Competências: Desenvolver a produção de texto, assegurando a mobilização de conhecimentos prévios e a sua articulação com novas informações.
Actividades: Mobilização de conhecimentos prévios; Leitura da história “Os Sete Cabritinhos”; Diálogo orientado sobre a história. Resolução de uma ficha de compreensão; Em grupos/personagens da história, cada grupo assume o papel do personagem e resume a sua acção na história; Revisão do texto.

Act. I - Mobilização de conhecimentos prévios e sua articulação com novas informações
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Os alunos observam a capa e contra-capa do livro e, individualmente, registam o que já sabem da história ou esperam ouvir. A professora conta a história e, posteriormente, os alunos resolvem a ficha de trabalho.
Act. II - Textualização
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Cada grupo assume uma personagem e resume a sua accção na história.
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Act. III - Revisão
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O grupo apresenta o texto à turma e aceita comentários e sugestões de alteração. Finalmente, é feita a postagem no blogue.
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Os nossos textos:

O lobo

Um dia eu estava na floresta atrás de uma árvore, vi uma casa com sete cabritinhos e achei que eles davam uma bela refeição.
Tentei engana-los, bati à porta mas não me deixaram entrar! Adocei a voz com mel e não abriram. Foi então que tive a brilhante ideia de pintar as patas de branco e eles abriram-me a porta, comi-os a todos!
Entretanto adormeci, acordei cheio de sede e fui beber ao poço mas caí e acabei por descobrir que tinha a barriga cheia de pedras!
Um tempo depois, fui falar com a mãe cabritinha e com os cabritinhos, jurei nunca mais comer carne e pedi desculpa.

Grupo de trabalho: Ana Costa, Beatriz, Paulo e Ricardo
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O cabritinho

Eu estava a brincar em casa com os meus irmãos quando apareceu um lobo malvado. Nós fomos muito espertos ao percebermos que a voz dele não era tão doce como a da mamã e não lhe abrimos a porta. Mas depois de muitas tentativas do lobo, lá lhe abrimos a porta porque parecia a mamã! Foi então que ele nos comeu. Tive tanto medo, mas felizmente a mamã veio salvar-nos e tudo acabou bem.
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Grupo de trabalho: Bruno, Carlos, Davide, João Carlos e João Miguel

A mãe cabra

Hoje fui ao mercado e quando cheguei a casa fiquei com o coração partido porque não encontrei os meus filhos! Só que de repente vi a minha filha Mimi que me contou que o Lobo comeu os meus filhos.
Fiquei tão furiosa que corri tudo à procura do lobo. Quando o encontrei, cortei-lhe a barriga e tirei de lá os meus filhinhos e depois coloquei umas pedritas na barriga dele. Fiquei a vigia-lo para ver o que lhe ia acontecer! Quando acordou foi beber água e caiu no poço. Entretanto ele prometeu que nunca mais comia carne e ficou vegetariano.

Grupo de trabalalho: Andreia, José Manuel, Leonor e Luís

A cabrinha Mimi

- Mãe, um lobo passou aqui e comeu os meus irmãos. Fui a única que escapei à boca do lobo porque me escondi dentro do relógio. Podíamos ir procurar o lobo, abrimos-lhe a barriga e tiramos de lá os manos!
A partir desse dia o lobo não fez mal a mais ninguém porque tornou-se vegetariano.

Grupo de trabalho: Alexandre, Ana Marti ns, Ana Eduarda, Henrique e José Pedro

O lobo

Hoje bati à porta da casa dos cabritinhos porque estava cheio de fome mas eles não me abriram a porta. Por isso, resolvi adoçar a minha boca com mel para ficar com uma voz mais doce mas eles viram a minha pata e não me abriram a porta.
Fui à padaria e enfiei as patas na farinha. Quando voltei a casa deles abriram-me a porta e comi os seis cabritinhos mas a Mimi escapou-me!
Estava tão cansado que acabei por adormecer e alguém resolveu abrir-me a barriga, tiraram os cabritinhos e meteram-me pedras na barriga. Quando fui beber água caí no poço. Malditos cabritinhos!
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Grupo de trabalho: Cátia, Fábio, Miriam e Vicente

A banda desenhada

Competências: Reter informações a partir de um enunciado oral. Recriar textos em diversas linguagens.
Actividades: Leitura da história "Os Ovos Misteriosos" de Luisa Ducla Soares/Manuela Bacelar. Debate de ideias sobre a história. Resolução de fichas de trabalho. Elaboração de uma banda desenhada.









terça-feira, 21 de abril de 2009

Poema

Competências: Compreensão dos processos básicos de leitura.
Actividades: Exercícios sobre processos integrativos, macroprocessos e processos elaborativos; correcção colectiva com análise/debate das respostas divergentes; reflexão individual (texto) sobre a aula.

Era
um dia de sol
na Primavera,
trinavam
os passarinhos
nos seus violinos,
tocavam os grilos
e os grilões
nos seus rabecões,
assobiavam os melros
nos seus flautins
e os sapos,
os sapinhos
e os sapões,
à porta
das suas casotas,
estavam a ouvir
contada
pelo sapo Zé Manel
a história dum menino
que foi poeta e pastor
da Primavera
e que era
muito amigo
dos sapos
e sapinhos
e sapões
e de todos
os que são
(como os sapos)
humildes mas têm bom coração.
Duas rolas cantavam
ao desafio
trru-trruu
trru-trruu
no alto dum pinheiro,
e um pica-pau,
tau-tau
tau-tau-tau
brincava
de carpinteiro.
Satisfeitas
e felizes,
as cigarras
faziam versos
ao sol
e à alegria
de viver:
como é bom amar
olaré, olaré,
o que nos aquece.
E até
a senhora Dona Formiga
sempre atarefada
e consumida
com a sua vida,
pousou o fardo
tão pesado
que levava
e estava
feliz, esquecida
ao sol da manhã…

Carlos Papiniano, A menina gotinha de água

quarta-feira, 25 de março de 2009

A Decisão de Mariana

Competências: Desenvolver competências específicas de compreensão de textos narrativos.
Actividades: Escolha de um tema para elaborar uma história; Pesquisa na internet sobre "Desporto"; Escrita de uma história colectiva sobre o desporto; Divulgação.

A Decisão da Mariana

Era uma vez uma menina que queria praticar desporto mas não sabia qual devia praticar. Um dia resolveu falar sobre isso com o avô e disse-lhe:
- Fico muito feliz ao saber que queres praticar desporto pois já diziam os antigos “mens sana in corpore sano”.
- O quê?! Não percebi isso!!! – respondeu a Mariana.
- O exercício físico ajuda a descontrair as pessoas e se o corpo delas se sentir bem a mente delas também ficará melhor.
- Agora é que estou mesmo decidida! Vou praticar desporto.
- Ah! Tive uma ideia! Porque é que não perguntas aos teus amigos qual o desporto que te aconselham?
- Ok! Amanhã vou fazer isso quando chegar à escola.
A Mariana estava tão entusiasmada que nem conseguiu dormir! Foi então que se lembrou de pesquisar na internet. Ela encontrou muitos desportos: hóquei patins, basebol, karaté, basquetebol, pára-quedismo, futsal…
No dia seguinte, a mãe da Mariana entrou no quarto e viu-a a dormir em cima do teclado do computador!
- Bom dia princesa!
- Hum!...
- Que bela cama! O teclado é uma boa almofada!
- Que horas são, mamã?
- São 8h10.
- Já?! Não pode ser! Nem sequer vi tudo o que queria sobre “desporto”!!!
- Vá lá… toca a despachar.
A Mariana ficou tão atrapalhada com as horas que até bateu o recorde e preparou-se em quinze minutos.
Quando chegou à escola perguntou aos amigos qual era o desporto que lhe aconselhavam. Disseram-lhe tantos que ela ficou ainda mais confusa!
- Mariana, eu pratico natação não queres treinar hoje connosco? – disse o Francisco.
- Isso é que era bom! A Mariana vem comigo para o ballet – respondeu a Inês.
- Não, não… ela é a minha prima por isso vem comigo para o futebol – disse o Eduardo chateado.
- Lá por seres primo não mandas nela! A minha melhor amiga vem comigo para Base Jumping – comentou a Júlia.
- Calma amigos! Já estou cansada de tanta conversa. O último a chegar à sala é um “ovo podre”! – disse a Mariana.
A nossa menina desportista correu tanto, tanto, tanto que foi a primeira a chegar. Foi assim que escolheu o atletismo porque correr deixava-a feliz!

sábado, 21 de março de 2009

O comboio

Competência: Desenvolver competências específicas de textos instrucionais.
Actividades: Diálogo sobre "o comboio"; Leitura e interpretação do texto "No museu dos comboios"; Distribuição de horários de comboios para, em pequenos grupos, analisar/comentar a informação aí contida.
No museu dos comboios


Sou um velho comboio em situação de reforma, depois de muitos anos de trabalho. Hoje, que oiço falar na instalação do TGV daqui a uns anos, penso nos tempos em que andar de comboio era coisa lenta e saborosa. Há dias um miúdo da escola entrou numa das minhas carruagens imobilizadas, passou delicadamente a mão pelos meus assentos, observou os materiais de que sou feito e as minhas muitas cicatrizes que os anos de serviço deixaram no meu corpo de ferro, de alumínio e madeira e depois segredou-me:
- Gostavas de viajar comigo por esse país fora? Gostavas que eu fosse o teu maquinista e voltasse contigo para a linha férrea?
Fiquei sem resposta, feliz por ver uma criança apaixonada por um velho comboio já em idade de reforma, aposentado como peça de museu.

José Jorge Letria
Um comboio no Entroncamento da Memória, Garrido Editores

1 – Ordena os acontecimentos de acordo com o texto.


____ passou delicadamente a mão pelos meus assentos
____ oiço falar na instalação do TGV
____ observou os materiais de que sou feito
____ um velho comboio em situação de reforma
____ as muitas cicatrizes que os anos de serviço deixaram no meu corpo de ferro

2 – Completa:


Hoje, que _______ _falar na ____________________________ daqui a uns anos, penso nos __________ em que andar de comboio era coisa ____________ e ______________.

3 – Já andaste de comboio? Se sim, conta-nos a tua viagem.

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4 – Se te oferecer, hoje, dinheiro para viajares no comboio, onde é que gostarias de ir? Justifica.

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5 - Analise dos horários do comboio.
Aprendemos como se consultam os horários para podermos planear futuras viagens de comboio.

Se queres saber mais sobre as os horários e viagens de comboio clica aqui.

segunda-feira, 2 de março de 2009

O vento

Competências: Desenvolver competências específicas de compreensão de poemas.
Actividades: Leitura e compreensão do poema "O Vento"; Com a turma dividida em cinco grupos, cada grupo desenvolve e apresenta à turma, uma das seguintes actividades: a)Identificação de vivências sensoriais pessoais evocadas pelo poema; b) Conversão de imagens poéticas em ilustrações do poema; c) Exploração de palavras desconhecidas do texto; d) Exploração do ritmo e as sonoridades da língua; e) Reescrita do poema conservando a forma, seguida da leitura dramatizada.

O Vento

Por mais que tente, o vento
não consegue adormecer
se não tiver nada para ler.
Seja uma folha de tília,
de bambu ou buganvília.

É por isso que o vento
arrasta folhas consigo,
até encontrar um abrigo,
onde possa adormecer.
- arrastou até a folhas,
onde eu estava a escrever!

Jorge Sousa Braga, Herbário, Lisboa, Assírio e Alvim, 2002

Grupo: Bruno, Carlos, Fábio, João Miguel e Vicente.

O vento é uma brisa de ar fresco que quando passa pelo nariz parece ficar muito frio.
O vento é uma deslocação de ar dentro do planeta. Às vezes o vento é muito forte e prolongado, por isso, chama-se ventania.
O vento pode fazer muitos estragos e acidentes, até pode destruir casas.
O vento não se vê mas sente-se, pode esta em qualquer parte do mundo.
O vento consegue arrastar folhas, areia e outras coisas leves.

Grupo: Eduarda, Gonçalo, Henrique e José Pedro.

Henrique – Eu penso eu o vento é uma corrente de ar, um bocado fria.
José Pedro – Eu penso que o vento é uma deslocação de ar, ao sentir o vento a entrar pelo nariz – sinto frio.
Gonçalo – Eu penso que o vento é uma vibração de ar. Quando o vento me entra pelos olhos parece que estão a arder. Quando o vento me passa pelo nariz, parece que está a congela-lo.
Eduarda – Eu penso que o vento é uma frescura de ar.
Nós todos gostamos de estar em casa, na cama, à noite a ouvir o vento.

Grupo: Ana Costa, Beatriz, João Carlos, Leonor e Luís.

O nosso grupo começou por analisar o texto e descobrimos quais são as plantas de que fala o poema. De seguida analisamos o texto.













Bambu
Buganvília













Tília

O vento não consegue adormecer se não tiver nada para ler. Por isso, é que o vento traz sempre consigo: folhas de tília, bambu ou buganvília. Até encontrar um sítio para adormecer.
Um dia, eu estava a escrever um texto, quando de repente o vento levou a folha onde eu estava a escrever.

Grupo: Andreia, Cátia, José Manuel, Miriam e Paulo.

O vento

Por mais que tente, o vento
não consegue adormecer
se não tiver nada para ler.
Seja uma folha de tília,
de bambu ou buganvília.

É por isso que o vento
arrasta folhas consigo,
até encontrar um abrigo,
onde possa adormecer.
- arrastou até a folhas,
onde eu estava a escrever!
Nós achamos que as palavras acabam nas mesmas letras porque assim rimam e fica mais bonito. Também fomos ao dicionário e encontramos a palavra “poema” e dizia: “ obra em verso”.
Nós consideramos que as palavras se repetem para que o texto fique mais bonito.

Grupo: Alexandre, Ana Martins, Davide e Ricardo.

O Vento
Por mais que tente, o vento
não consegue viver
se não tiver nada para fazer.
Seja uma folha de efeito,
de bambu ou amor-perfeito.

É por isso que o vento
arrasta folhas comigo,
até encontrar um amigo,
onde possa viver.
- arrastou até as folhas,
onde eu estava a escrever!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O céu tem menos um planeta - Parte II

Competência: Compreender textos informativos.
Actividades: Desenvolver a capacidade de utilizar o contexto para descobrir o significado de palavras ou expressões. Desenvolver a capacidade de associação de ideias ou conceitos para descobrir o significados das expressões. Desenvolver estratégias de representação visual da informação com base na estrutura do texto. Desenvolver a capacidade de compreensão inferencial. Desenvolver estratégias de monotorização da integração de novos conhecimentos.

“Pobre Plutão que deixou de ser um planeta!”
Carlos

“Aquele senhor é rico mas eu sou pobre.”
Fábio

O que é um "caçador de planetas"?
Um caçador de planetas é uma pessoa que anda à procura de planetas."
Luís Henrique
1 - Quantos Planetas constituem o Sistema Solar?

"O Sistema Solar é constituído por oitoPlanetas."

Ruben

2 - Plutão é um planeta quente ou frio?

"O Plutão é um planeta frio."

Paulo

3 - Porque é que Plutão deixou de ser um planeta?

"Plutão deixou de ser planeta porque era muito pequeno."

Gonçalo
Se quiseres saber mais sobre Plutão clica aqui.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O céu tem menos um planeta - Parte I

Competência: Compreender textos informativos.
Actividades: Estratégias de antecipação, com base no título do texto e de estimulação e preparação para a leitura. Verificação das previsões iniciais e formulação das novas previsões com base na leitura do texto.
O céu tem menos um planeta

Pobre planeta Plutão. Após ter sido descoberto em 1930, sentiu a glória de ser o nono planeta do nosso sistema solar. Mas nos anos seguintes os astrónomos discutiram várias vezes se seria realmente um planeta.
O ano passado astrónomos de 75 países reuniram-se em Praga, na República Checa, e finalmente decidiram que Plutão não devia ser considerado um planeta. O principal motivo para esta decisão foi o pequeno tamanho de Plutão.
Mas nem tudo está perdido! Plutão foi reclassificado como “planeta anão” e isso é uma boa notícia para os caçadores de planetas. “muitos outros Plutões aguardam por ser descobertos”, dizem os astrónomos.
Pity Poor Pluto. Time for Kids. 24 de Agosto de 2006 (traduzido e adaptado)

Curiosidades:
Foi uma menina inglesa de 11 anos, Venetia Burney, que deu o nome a Plutão.
Tal como a Terra, Plutão é um corpo celeste.
O tamanho de Plutão é seis vezes menor que o da Terra.
Plutão fica mais longe do sol que todos os planetas, encontra-se 32 vezes mais longe do Sol que a Terra.
A superfície de Plutão é constituída por rochas misturadas com gelo, enquanto que a Terra é constituída sobretudo por água e terra.
Plutão tem 3 luas, ao contrário da Terra que tem apenas uma lua.
Um dia em Plutão equivale a 6,4 dias na Terra.
Desenvolver estratégias de antecipação, com base no título do texto, e de estimulação e preparação para a leitura.

“Eu penso que é um texto informativo porque dá-nos informações de um assunto. Eu acho que o texto fala sobre os planetas porque no título diz «o céu tem menos um planeta». ”
Gonçalo
O que sei sobre o assunto: “Sei que é verdade, o céu ter menos um planeta e sei que esse planeta se chama Plutão”.
Vicente
O que gostava de saber sobre o assunto: “Gostava de saber o que aconteceu a Plutão”.
Beatriz

Se quiseres saber mais sobre o Sistema Solar clica aqui.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O Soldadinho de Chumbo

Competência: Desenvolver a interpretação da narrativa "Soldadinho de Chumbo".
Actividades: Relacionamento dos factos e sentimentos das personagens da história com as vivêncicas e sentimentos do leitor: Dividir a turma em grupos/personagens da história (G. Duende; G. Soldadinho de Chumbo; G. Bailarina; G. Criança; G. Amigo da Criança); Cada grupo assume o papel da personagem e terá de escrever uma carta à outra personagem/grupo; Leitura e discussão colectiva das cartas redigidas.

Cara amiga Bailirina
Eu tive uma grande aventura.
Acho que foi obra do duende.
Tudo começou quando caí da janela e fiquei com a cabeça presa nas pedras da calçada.
Dois rapazes encontraram-me, puseram-me num barco de papel de jornal e naveguei numa valeta.
Entrei num canal onde me apareceu uma ratazana de água e perguntou-me se tinha passaporte e eu não me mexi, limitei-me a segurar a arma com mais força. Depois fui engolido por um peixe, mas tive sorte pois o peixe foi pescado e levado para a praça onde foi vendido.
Até à próxima amiga bailarina
Um abraço do teu amigo
Soldadinho de Chumbo

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Grupo Soldadinho: Carlos, Fábio, Gonçalo, José Pedro e Miriam

Caro Soldadinho
Escrevo-te esta carta porque tenho saudades tuas.
Onde tens passado? Estou mortinha por te ver.
Tenho estado à tua espera no meu castelo. Vamos marcar um encontro no meu castelo para almoçarmos juntos. Depois podemos dar um passeio e podemos andar de barco. À noite podemos jantar no Mc Donald’s e ir ao cinema ver o filme “Uma aventura na neve”.
Despeço-me com um grande beijinho.
A tua bailarina,

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Grupo Bailarina: Ana Eduarda, Cátia, Henrique e Ruben

Caro amigo Filipe
Como é que tu estás?
Vou contar-te um pouco da minha história.
Vinte e cinco soldadinhos de chumbo vieram invadir o meu território. E ainda por cima um deles, que não tinha uma perna, ficou encantado com a melhor bailarina do mundo inteiro.
Ele disse que ela era como o Soldadinho de Chumbo pois ele pensava que a bailarina só tinha uma perna como ele. Só que ele não imaginava que ela tinha duas pernas.
Eu não gostei do comportamento do Soldadinho de Chumbo porque ele não parava de olhar para a minha princesa por isso resolvi dar-lhe um castigo.
Despeço-me com um grande abraço e espero encontrar-te em breve!
Duende

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Grupo Duende: Alexandre, Ana Martins, Andreia, Beatriz e João Carlos

Caro amigo
Gostava de te dizer que ontem encontrei o meu soldadinho sem perna.
Sabes o que lhe fiz? Atirei-o para a lareira e ele começou a derreter como uma vela acesa.
Quando me afastei pareceu-me que o Soldadinho de Chumbo estava a olhar para a minha linda bailarina de papel. Entretanto veio uma grande ventania que a levou até à lareira.
No dia seguinte, quando a criada estava a limpar a lareira encontrou um pequeno coração de chumbo e uma grande lantejoula preta da bailarina.
Amigo quem me dera ver-te mais vezes porque tenho muitas saudades tuas.
Um abraço do teu amigo
Salazar
Adeus!

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Grupo Criança: Bruno, Catarina Costa, José Manuel e Paulo

Caro amigo
Estás bom?
É verdade que atiras-te o teu Soldadinho de Chumbo que não tinha uma perna à lareira?
Eu acho que tiveste uma má atitude porque além de estragares o teu brinquedo ele tinha direito a viver.
Como de certeza já sabias que o Soldadinho de Chumbo gostava da Bailarina porque é que o deitaste à lareira?!
Nunca mais faças isso porque ficas com menos soldadinhos de chumbo para brincar. Agora vamos parar de falar neste assunto. Vamos falar doutras coisas.
Nas férias grandes queres vir a minha casa? Vamos divertir-nos muito! Podemos apanhar banhos de sol, brincar no rio, comer gelados, fazer campismo…
Até à próxima amigo

Grupo da Criança: Davide, Leonor, Luís, Ricardo e Vicente




O Soldadinho de Chumbo - Parte I


Parte II

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva

Competências: Ouvir e ler narrativas e poemas de extensão e de complexidade progressivamente alargadas.Desenvolver o gosto pela escrita por iniciativa própria.
Actividades: Visita à Biblioteca Lúcio Craveiro. Elaboração de um texto sobre a ida à biblioteca.

Visita à biblioteca Lúcio Craveiro

Hoje, dia três de Fevereiro, fomos à biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. Saímos da escola às 9h45, quando chegamos lá uma senhora disse-nos onde era a sala.
Depois a D. Celeste perguntou-nos se queríamos tirar os casacos e, nós todos, quisemos tirar.

A seguir, a D. Celeste disse-nos o que tínhamos de fazer para nos inscrevermos na biblioteca. Só eu, o Henrique, o Alexandre e o Gonçalo é que estávamos inscritos e ela conhecia-me!
De seguida, entramos na sala para ouvir a história “Fedúncia – Pelas mão de uma criança” da autora Maria do Céu Nogueira.

No fim, de ouvirmos a história ela contou-nos uma segunda história “Ambrósio Missanga”.
Acabamos e fomos embora para a escola.
Vicente

Visita à biblioteca

Nós hoje fomos à biblioteca Lúcio Craveiro às 9h e 45 minutos.
Nós fomos à biblioteca a pé.
Quando chegamos à biblioteca tivemos uma pessoa a guiar-nos e a ditar as regras.

Depois fomos para a sala de conto ouvir a escritora Maria do Céu Nogueira a contar histórias que ela escreveu.
Ela começou por contar a história que se chamava “Fedúncia” que era uma mulher que não gostava de pessoas, animais, plantas e muitas coisas.

E a outra história chamava-se “Ambrósio Missanga”.
Depois conversamos com a escritora e fomos para a escola.
José Pedro

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Árvore

Competência: Desenvolver o conhecimento lexical (dimensão declarativa).
Actividades: Em grupos, construir mapas semânticos a partir da palavra "árvore"; Partindo do respectivo mapa semântico, cada grupo elabora um texto.
Será a árvore uma planta? Precisas de algumas ideias? Queres pesquisar? ...Então clica aqui

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Sporting Clube de Braga

Competências: Apresentar e emitir opiniões sobre a notícia do Correio do Minho. Intervir, oralmente, tendo em conta a adequação progressiva a situações de comunicação.
Actividade: Análise do Jornal Correio do Minho.

Alunos da EB 1 de Maximinos
cantam os parabéns a Matheus


"Cerca de 200 jovens alunos da EB 1 de Maximinos - muitos
deles vestidos a rigor com as cores arsenalistas - deliraram
com a presença da comitiva do Sp. Braga e de Matheus e Filipe
Oliveira, em mais uma campanha de ‘charme’ na conquista
de novos sócios. Entre cânticos de apoio ao clube e incentivo
aos jogadores, os mais novos receberam das mãos dos
craques postais autografados e dois alunos - João Carlos e
Diana Isabel - receberam camisolas autografadas, em jeito de
prémio pelo sucesso escolar. “Estou muito feliz, sou do Sp.
Braga e de Portugal. Nunca fui ver um jogo ao estádio, mas
gostava muito”, contou o João, enquanto a Diana deixou uma
mensagem: “espero que sejam muito felizes para sempre”.
A visita teve um momento especial...em coro, os alunos
cantaram os parabéns a Matheus, que ontem festejou 26
anos, desejando felicidades ao avançado do Sp. Braga."

In Correio do Minho, 2009/01/16




“Sou sócia do Sp. Braga e vejo
sempre os jogos. Pedi autógrafos
nas mãos e no chapéu. Gosto muito
de futebol e de os ver jogar. Só
gostava de ser rapaz para depois
entrar na equipa do Braga”.
Ana Catarina, 9 anos

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A vida dos Reis

Competências: Exprimir-se por iniciativa própria. Relatar acontecimentos imaginados. Apresentar e emitir opiniões sobre trabalhos de grupo, dar sugestões para os continuar ou melhorar, expor e justificar opiniões, pedir esclarecimentos, informar.
Actividade: Em grupo, elaborar um texto "o que sei ou imagino sobre a vida dos reis": apresentação do texto à turma; análise/debate do texto apresentado e sugestões a introduzir.

"O que sei ou imagino sobre a vida dos reis"



Grupo: Davide, Bruno, Andreia, José Manuel e Fábio

Os reis, na Primeira Dinastia, conquistavam terras aos mouros para terem mais terreno para governar.


No tempo dos reis travavam-se muitas batalhas contra os mouros.


Os reis tiveram muita dificuldade em conquistar Lisboa.


Passado algum tempo, os mouros deixaram de sair do seu território, se não, os reis matavam-os. Como eles não podiam sair para ir buscar comida foram invadidos pela fome.
Na Primeira Dinastia as doenças eram a peste negra e a epidemia.
Na Segunda Dinastia, as embarcações que eles descobriram foram: as naus e as caravelas. Eles descobriram várias terras: Açores, Madeira, Brasil, Angola, Índia...
Os reis para irem para as batalhas vestiam armaduras que chegavam a pesar vinte quilos.



Grupo: Paulo, Miriam, Ana Martins, Ana Costa e Ricardo


Na segunda Dinastia houve os Descobrimentos marítimos. Eles tinham algumas embarcações tais como: as naus, que eram as mais pequenas, e as caravelas que eram as maiores.
Enquanto viajavam, à noite, viam umas sombras e pensavam que era um monstro a quem deram o nome de Adamastor. Mas claro era uma ilusão.
Bartolomeu Dias foi um grande marinheiro, passou o Cabo das Tormentas para tentar chegar à Índia. Mais tarde esse cabo passou a chamar-se Cabo da Boa Esperança.Passado alguns anos um marinheiro chamado Vasco da Gama também o atravessou e foi uma grande alegria para todos.



Grupo: José Pedro, Henrique, Alexandre, João, Beatriz e Leonor.


O dia-a-dia dos reis era planear guerras e mandar os empregados arranjar os barcos para os descobrimentos.
Nós achamos que os reis não partilhavam as suas riquezas porque só pensavam em si.
Nós achamos que a vida dos reis no meio das viagens de barco era muito difícil. Eles tinham de levar muita comida porque as viagens eram longas, se não passavam fome.
Às vezes, os reis mandavam os empregados restaurar os castelos.
Na nossa opinião as conquistas eram muito difícies.



Grupo: Ana Eduarda, Cátia, Gonçalo, Carlos, Vicente e Luís.
Na Primeira Dinastia os Reis preocupavan-se com a conquista das terras aos mouros.
Antes do reino de D. Dinis os reis escreviam documentos em Latim.
Existiam algumas doenças que mataram alguns Portugueses como por exemplo a peste negra e as epidemias.
Na Segunda Dinastia o rei D. João estava com alguns problemas: as doenças e as batalhas.
Há alguns elementos deste grupo que pensam que os reis eram comandados por alguém, os outros consideram que os reis mandavam sozinhos.
Na Terceira Dinastia , D. Filipe I, gostava mais de Portugal do que de Espanha. Ele fazia promessas e as cortes compria-nas.
D. Filipe II fez de Portugal um país despovoado e sem quase nada.
D. Filipe III gostava de dançar.
Na Quarta Dinastia, depois da revolução de 1640, começaram as guerras da restauração e Portugal vence as batalhas contra Espanha.

Se quiseres saber mais sobre a história de Portugal clica aqui.